(Canção popular do Mato Grosso, recolhida e adaptada por Paulo Vanzolini e Antônio Xandó)
Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia, ai, ai
Ai quando eu vim da minha terra
Despedi da parentáia
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes batáia, ai, ai
A tua saudade corta
Como aço de naváia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
E os óio se enche d'água
Que até a vista se atrapáia, ai...
*Beija-flor... Para Juju
Segunda-feira, Agosto 10, 2009
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8 comentários:
Inezita ou Nara cantando??
bjo Linoca!
Saudades de vc viu?!
Que coisa linda! Pérola do nosso cancioneiro.
Canta você pra mim, Bia querida...
muitos beijos
Lilis! Não sabia da mão do Paulo Vanzolini nessa história pantaneira aí não... Mas essa música rodou muito no rádio do passatão com que a família Basso pegava a anhanguera pra visitar os parentes no interior. Era uma fita do Milton Nascimento, Encontros e Despedidas, tinha também outra do Língua de Trapo e só! Vai vendo... Rodava, rodava, rodava.
Lembrança boa!
Obrigada, frô!
Beijão
Eu conheci essa musica num disco de musica rural chamado "Som Brasil", daquele programa que tinha na Globo antigamente.
Fui saber que o Vanzolini tava por trás disso só anos mais tarde.
PS: O cara é foda
Hum...
Acabei não cantando...!
Beijos Linda!!
(...espero visita aqui em Champs!)
a saudade corta como aço de naváia...
bom, como falei da tal da quarta estrofe do Vanzolini lá no outro comentário, lá vai:
Eu vou pegá, seu retratinho
e colocá numa medaia
Com seu vestidinho branco
e um laço de cambraia
Pendurá-la em meio peito
Onde o coração trabai aiai
pra quem não conhece, ele escreveu pra esposa. não sei quando. Bjo
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